(foto pessoal)
Mil detalhes a cuidar,
Sem condição de nenhum amor dar,
Recorda-se a dor experimentada no lar
Por parte de quem deveria mimar.
Estreiteza com a tristeza,
Semelhança no trilhar vê
No coração da indigente,
Precisava se animar.
Infeliz do seu próprio destino,
Tem suas mãos acorrentadas,
Não gera laços fermentados,
Triste desatino!
Como desprender-se da violência,
Se chaves se perderam por falta de abrigo
No coração de quem a prendia,
Fê-la correr tanto perigo?
Quanta força desmedida!
No desperdício da ignorância,
Nas frentes em conflitos, na ida, vinda
A cultuar a violência.
Rosélia Bezerra
Xc
Anda pela vida triste e sem rumo,
nada mais quer senão amor verdadeiro;
mas neste mundo cruel,
a vida por vezes é fel.
Há que saber caminhar
com fé e esperança,
acreditando que o mundo
ainda guarda temperança.
Nos trilhos difíceis da vida,
à beira dos caminhos há flores;
a natureza a envolve
com seus bons odores.
Vai em frente, não fique para trás.
Um belo horizonte a espera.
Com confiança e oração,
fiel ao Deus da esperança.
Emília Simões
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Lindos ambos poemas , um fala de tristeza, outro de alento a seguir e continuar! Parabéns às duas pelas belas inspirações! beijos, tudo de bom,chica
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